Fonte: Blog Arquitetura de Informação

O mito: você procrastina porque é preguiçoso e não consegue administrar bem o seu tempo.
A verdade: a procrastinação é alimentada pela fraqueza frente ao impulso e por uma falha ao pensar sobre pensar.

Uma pesquisa pedia que as pessoas testadas olhassem para um grupo de 24 filmes e escolhessem 3. No grupo, haviam “filmes cabeça” (como A Lista de Schindler) e “filmes fáceis” (como Uma Babá Quase Perfeita). Em outras palavras, era uma escolha entre filmes que prometiam ser engraçados e facilmente esquecidos, e filmes memoráveis mas um pouco mais difíceis de digerir.

Muitos escolheram A Lista de Schindler como uma das 3 opções, já que tudo levava a crer que aquele era realmente um ótimo filme: as opiniões dos amigos, as resenhas pela internet e os diversos prêmios adquiridos pelo longa-metragem nos mais renomados festivais de cinema do mundo.

Depois de escolher os 3 filmes, a pessoa deveria escolher 1 para assistir imediatamente, 1 para assistir depois de dois dias e 1 para assistir depois de quatro dias.

O resultado? A maioria escolhia O Máscara ou Olha Quem Está Falando como 1º filme. Os “filmes cabeça” foram escolhidos como 3º filme em 71% das vezes.

Quando pediram para as pessoas escolherem novamente 3 filmes, mas dessa vez para assistirem um na sequência do outro, A Lista de Schindler foi escolhido 13 vezes menos.

O modelo de negócios norte-americano do Netflix diz muito sobre essa procrastinação involuntária das pessoas. Os assinantes que obtêm os filmes por streaming tendem a acumular em cache centenas de filmes que eles pensam que assistirão um dia.

E não para por aí. Os regimes começam sempre na segunda-feira, os equipamentos de ginástica que você tem em casa foram usados poucas vezes, os planos de academia de 1 ano normalmente são abandonados no quinto mês.

Quando perguntadas se prefeririam passar a próxima semana comendo apenas frutas ou apenas bolo de chocolate, as pessoas normalmente optavam pelas frutas. Mas quando “a próxima semana” chegava e a essas mesmas pessoas eram oferecidas uma fatia de bolo e uma suculenta maçã, estatisticamente o bolo ganhava.

Segundo afirma a economista comportamental Katherine Milkman, é por isso que os doces ficam próximos ao caixa no supermercado.

Tem cura, doutor?

Você pode tentar vencer essa luta com to-do lists, agendas, calendários e post-its. Mas essas ferramentas, sozinhas, não vão resolver o problema. Isso porque o problema não é mau gerenciamento de tempo, mas sim uma guerra que acontece dentro do seu cérebro.

O vídeo abaixo não é muito novo, mas mostra um exemplo bacana sobre auto-controle. Comer 1 marshmallow imediatamente, ou aguardar alguns minutos e comer 2?

Repare que as crianças que resistem com mais facilidade são as que olham para a parede, para o teto. É um truque para enganar o cérebro, afinal.

Mas o que diabos isso tem a ver com Arquitetura de Informação?

A arte da procrastinação faz o seu cérebro pensar que seu dia está lotado e que é muito melhor deixar determinada tarefa para depois, já que o “depois” é um reino de possibilidades fantásticas onde você certamente terá mais tempo livre do que tem agora.

O Marcar Como Não Lido, os Starred Items do Gmail e a própria Priority Inbox – são ferramentas que ajudam a povoar esse reino fantástico do “depois”.

É essencial que tenhamos em mente que uma pessoa pode não querer executar determinada tarefa naquele momento. Quem aqui nunca clicou em um “deixar para depois” ou “lembre-me mais tarde”?

Historicamente, faz sentido sempre optar pelo que é melhor para o agora. Nossos antepassados não tinham que pensar em aposentadoria, na caixa de entrada do Gmail ou em enfartos. É claro que evoluímos bastante, já que crescemos em outro contexto social. Mas a parte “ancestral” do nosso cérebro continua querendo o marshmallow na hora.

Este ano, 120 novos livros foram publicados sobre procrastinação, prometendo ensinar o leitor a administrar melhor o seu tempo.

Este artigo do BSPCN, de onde surgiu a inspiração para este post, define a procrastinação como:

Procrastination is all about choosing want over should because you don’t have a plan for those times when you can expect to be tempted. (…) Procrastination is also hyperbolic discounting, taking the sure thing in the present over the caliginous prospect some day far away.

Quer ler mais sobre o assunto?

Veja também:

E nada de salvar esses links nos favoritos para ler mais tarde :)

 

Método options_for_select do Rails ordenado:

def sorted_options_for_select(container, selected = nil)
 options = options_for_select(container, selected).split("\n")
 options.sort! { |o1, o2| o1.gsub(/<[^<>]+>/, '').downcase <=> o2.gsub(/<[^<>]+>/, '').downcase }
 options.join("\n")
end
 

Fonte: OVelho

Uma empresa que faz comidas falsas para vitrines – a Jeremy’s Place – criou umas peças falsas que são excelentes para guardar o seu lugar no {show, estádio, evento, etc.} quando voce vai {ao banheiro, comprar {bebida, comida}, etc.}:


Show!

 

Fonte: Programming Ruby – The Pragmatic Programmers’ Guide

Operadores em Ruby (da maior para a menor prioridade)

Método

Operador

Descrição (em inglês)

Sim

[ ] [ ]=

Element reference, element set

Sim

**

Exponentiation (raise to the power)

Sim

! ~ + -

Not, complement, unary plus and minus (method names for the last two are +@ and -@)

Sim

* / %

Multiply, divide, and modulo

Sim

+ -

Addition and subtraction

Sim

>> <<

Right and left bitwise shift

Sim

&

Bitwise `AND’

Sim

^ |

Bitwise exclusive `OR’ and regular `OR’

Sim

<= < > >=

Comparison operators

Sim

<=> == === != =~ !~

Equality and pattern match operators (!= and !~ may not be defined as methods)

Não

&&

Logical `AND’

Não

||

Logical `AND’

Não

.. …

Range (inclusive and exclusive)

Não

? :

Ternary if-then-else

Não

= %= { /= -= += |= &= >>= <<= *= &&= ||= **=

Assignment

Não

defined?

Check if specified symbol defined

Não

not

Logical negation

Não

or and

Logical composition

Não

if unless while until

Expression modifiers

Não

begin/end

Block expression

Operadores com um Sim na coluna “Método” são realmente métodos e por isso podem ser sobrecarregados.

 

Essa vista é na Av. Guaíba, perto deste local do GoogleMaps

 

Ah, se eu tivesse descoberto isso antes… em breve estarei postando minha experiência comprando direto da China.

Fonte: Gizmodo

Em dúvida se deve ou não comprar uma câmera, home theater, iPod, PlayStation 3, notebook, máquina de pipoca, ventilador USB, Wii, placa de vídeo e/ou esquentador de orelhas USB? Não tome nenhuma decisão precipitada sem antes consultar este gráfico!

 

Fonte: Music-Juice

Desculpem o inglês, mas a página traduzida pelo Google está aqui.

Here are the best 20 pranks you can do at work,but be warned you have a 99% chance of getting fired! Use at own risc

  1. Set a mouse free in the office each day. When the problem becomes an epidemic, send snakes after them.
  2. Submit letters of resignation for other employees.
  3. Submit a written complaint to the human resources department that, in your opinion, your boss spends a little too much time looking at pornography.
  4. Tape a sign to a female employee’s back that says “I’ve been sexually harassed.”
  5. Tape a sign to a female employee’s back that says “Will fuck for promotions.”
  6. Dial the phone number of the guy in the next cubicle whenever he walks away from his desk. Hang up before he can run back to answer it. Repeat often.
  7. Send counterfeit memos from the company president, politely letting employees know that they’ve been fired and must clear out their offices and leave the building immediately.
  8. Covertly replace people’s PowerPoint presentations with “director’s cut” versions, containing a nice dose of nudity and misleading bar graphs.
  9. The broken mouse mystery: Place a mini post-it note over the infrared light on the bottom of your technologically challenged co-worker’s computer mouse. They’ll panic when they think they’re mouse is broken.
  10. The blast! Turn up the volume on everything on your coworker’s desk including the telephone ringer, speaker phone, computer speakers and anything else that makes noise. The excitement will last until they turn the last volume control.
  11. Whenever a coworker makes a mistake, offer them the opportunity to “help you out” in exchange for you not reporting the mistake to their boss.
  12. Report rumors daily via the bathroom wall.
  13. Sneak into the conference room before the next major meeting and place nametags in front of each of the seats. Assign black people to one side of the table and white people to the other.
  14. Hook all the paper clips together so that when they pull one out, they all come out together.
  15. Post a list of the communists in your company on a conspicuous bulletin board. If you’re not sure who the communists are, take your best guess.
  16. Take a stack of resumes from the recruitment department and schedule some interviews for fictional, but high-paying, positions.
  17. Suggest to the human resources manager that the company picnic be replaced by a “fun day giving back to society”, volunteering at a recycling center, soup kitchen, or drug rehab center. Increase your chances of success by making the suggestion in a crowded elevator.
  18. See how many funerals in a row you can get away with leaving work early for.
  19. Anonymously post quotes from Adolph Hitler on a company bulletin board. (Quotes about “team spirit” can be particularly inspiring.)
  20. And the best one: Respond to every request by your boss with the phrase “I would prefer not to.
 

Fonte: Gizmodo

A escada de estante ainda é um dos meus projetos favoritos para melhorar uma casa, mas este apartamento feito de estantes de livros consegue ser ainda melhor. Ele converte uma biblioteca de 6000 livros em um espaço íntimo de estar. Veja o vídeo.

E aqui algumas fotos bacanas, por Pasi Aalto:

Infelizmente não é um apartamento real, apenas uma estrutura da mostra Small Spaces no museu Victoria & Albert, em Londres. Se você estiver por lá, pode ver com seus próprio olhos até o dia 30 de agosto.

 

Fonte: Gizmodo

E então? Está curtindo o mundial de futebol e as zebras que, pelo menos nesta primeira fase, parecem se proliferar em campo? Mesmo com a sorte dos azarões, não há como negar de que se trata de um dos maiores espetáculos do mundo – e nem dá para deixar de torcer pelo nosso Brasil. Mas quando você olha para sua TV fica desanimado? Gostaria de uma novinha em folha para não perder nenhum detalhe dos jogos? Vamos lá, é hora de tomar coragem e comprar outra televisão. Mas qual?

É plasma, LCD e LED pra cá, FULL HD, DTV, HDMI. É tanta tecnologia, termos técnicos e variações que realmente não é nada fácil optar por uma que atenda seus desejos. Se você não entende nada disso, preparamos umas dicas para te ajudar na escolha de um aparelho em alta definição. É um guia rápido e prático que certamente vai ser útil quando você ver a TV lindona na loja. Antes de mergulhar na parte técnica, não preciso nem falar, né? Futebol numa Ambilight é muito mais envolvente, amplia completamente a sensação do campo.

O que é a tecnologia LCD?
A sigla vem do inglês Liquid Crystal Display, ou Tela de Cristal Líquido em bom português. Nos aparelhos que contam com esse recurso, diminutas lâmpadas CCFL brancas (iguais às da nossa cozinha) estão situadas na parte traseira da TV. O cristal líquido tem a função de filtrar a luminosidade emitida por estas lâmpadas, assim criando cores mais claras ou escuras. Finas e leves, elas têm as tecnologias mais avançadas atualmente no mercado porque as imagens ficam menos distorcidas, há uma economia significativa de energia, o brilho e contraste são mais intensos e a qualidade da imagem é bem melhor que as convencionais de tubo, conhecidas como CRT. O formato também é diferenciado, já que as TVs de LCD, em geral, apresentam o formato widescreen 16:9 (retangular).

Agora todo o mundo só fala de LED, vale comprar uma dessas?
Esses modelos são basicamente telas LCD convencionais iluminadas por LEDs, já que ainda não existem televisores feitos somente desse tipo de lâmpada (há muita pesquisa sobre o assunto ainda sendo feita pelas empresas do setor). Por isso muitas marcas estão utilizando o termo LCD LED. Em vez das lâmpadas CCFL, a TV utiliza pequenas lâmpadas LED que podem estar instaladas nas bordas (Edge LED) ou na parte traseira da tela (Full LED). Como essas lâmpadas apagam quase que completamente, o contraste é superior. Os pretos são mais profundos e os brancos mais vivos. O bacana é que o consumo de energia pode chegar a ser 40% menor que o de uma TV LCD normal.

Outro ponto bacana de se observar é que, no caso dessas TVs, o fato de o equipamento ter muitas vezes uma espessura um pouquinho maior (caso dos aparelhos Full LED) significa que a qualidade de imagem proporcionada pode ser muito superior, sabia?

E a tal TV de plasma?
Foi a primeira TV de tela fina e alta resolução que apareceu. O aparelho usa plasma (um tipo de gás) que, em contato com outro elemento químico, o Fósforo, forma então a imagem. Em linhas gerais, estes equipamentos consomem mais energia que o LCD e as telas são mais sensíveis a marcas – quando a imagem fica congelada durante muito tempo.

Mas qual a real diferença de uma marca de TV para outra?
O que está em jogo não é só a qualidade dos componentes utilizados, os cuidados no desenvolvimento e produção ou o tamanho dos aparelhos. O que diferencia um aparelho de uma empresa para a outra basicamente é a tecnologia e os softwares que processam e definem a imagem apresentada.

Quanto tempo uma LCD pode durar?
Estimativas apontam que ela funciona direitinho por cerca de 60 mil horas, o que contabilizaria algo em torno de 20 anos. Mas é bom lembrar que esses números são válidos se o aparelho for utilizado em média 8 horas por dia.

E aquele negócio de FULL HD 1.920 X 1.080p. O que significa?
Alguns aparelhos de LCD podem trazer até 1.920 pixels por linha e 1.080 linhas verticais na imagem. Isso na prática representa que ela atinge 2.073.000 pixels na tela, ou seja, a maior resolução disponível no mercado. Quanto maior a quantidade de pixels, mais detalhes a imagem terá.

E o DTV?
É o sistema digital brasileiro de transmissão em alta definição. Para que ele funcione, porém, é preciso verificar que a TV já tem conversor interno ou externo. Quando a TV apresenta o logo DTV, significa que a TV já tem o conversor digital integrado, portanto você só precisa de uma antena UHF para amplificar o sinal aberto em alta definição.

O que é necessário para assistir à programação em alta definição?
Caso o aparelho não venha com a sigla DTV, se o vendedor falar que ele é próprio para a alta definição, provavelmente estará se referindo a uma TV HD Ready ou Full HD. Você pode adquirir um plano HD das TVs por assinatura ou, para assistir aos canais abertos que oferecem conteúdo em alta definição, adquirir junto com o aparelho um conversor e uma antena UHF.

E o HDMI?
A sigla de High Definition Multimedia Interface representa atualmente a melhor conexão digital. Com um único cabo é possível transmitir áudio em multicanais e vídeo digital com resolução máxima de até 1080p.

Preciso de DNLA?
DLNA (sigla para Digital Living Network Alliance) é um padrão criado por diversas empresas da indústria que permite a conectividade entre diversos eletrônicos, incluindo celulares, câmeras e filmadoras digitais. Você vai precisar dela se quiser enviar suas fotos e vídeos, ouvir músicas do seu MP3 player ou do PC e comandar uma central de mídia direto na tela da TV, por exemplo, sem precisar conectar os aparelhos com um monte de fios ou ficar driblando diferentes configurações – basta ter uma rede doméstica, com ou sem fios. Os produtos certificados pela DLNA conversam todos entre si e vão facilitar um bocado a vida dos consumidores.

Como eu descubro se o som da TV é bom?
Verifique a potência de áudio (medida em watts rms). Ela é que determina a intensidade do som. Um bom sistema tem normalmente 20 W. Se o aparelho contar com Tweeters (alto-falantes para sons agudos) e Subwoofers (alto-falantes para sons graves), além dos alto-falantes convencionais certamente haverá uma potência e qualidade melhores. É o caso das novas TVs Ambilight da Philips (40’’ e 46’’) A função Surround Sound presente em alguns modelos também tornam o som mais envolvente.

Um amigo comentou sobre o tempo de resposta, milissegundos…
Trata-se da taxa de atualização da TV, ou da quantidade de quadros por segundo que ela pode exibir. Quanto maior o número de quadros, mais rápida é a varredura da tela e a construção da imagem. Para se ter uma ideia, as imagens em movimento aparecem muito mais nítidas e suaves em aparelhos com taxa de 120 Hz. Acima disso, acredita-se ser mais difícil para o olho humano captar as diferenças nas imagens.

Contraste dinâmico?
Essa é a capacidade de o aparelho reproduzir a gradação entre preto e branco. No geral, não existe um padrão na indústria para medir essa capacidade, então você vai encontrar as mais diversas variáveis no mercado. Mas não se impressione com números estratosféricos: eles não costumam ser reais.

Na loja, as imagens são muito parecidas. Como saber qual vale mais a pena?
A primeira coisa é perguntar ao vendedor se todas estão ligadas no mesmo aparelho – ou seja, se elas captam o mesmo sinal de DVD, Blu-Ray, gerador de HD, antena etc. Em seguida, veja se é possível colocar todas para exibir a mesma imagem. Questione também se todos os televisores expostos usam o mesmo tipo de conexão e, por último, se houve algum ajuste antes de ela ser colocada ali para exposição ou se aqueles aparelhos estão com as configurações de fábrica. Avaliar se as cores estão saturadas, criando tons artificiais, é outra pedida: o ideal é ter uma imagem com equilíbrio entre tons reais e cores brilhantes.

Uma dica importante: repare no tom da pele das pessoas que aparecem no vídeo. Ele deve ser o mais natural possível, nem muito avermelhado, nem amarelo demais. Se quiser fazer um teste, aproxime suas mãos da tela para conferir.

Devo me preocupar com o consumo de energia?
Com certeza. Ele varia de acordo com o tamanho do televisor. Dê sempre preferência para marcas e modelos que contem com selos e certificações do Inmetro. Verifique também quanto a TV consome quando ligada e quando estiver no modo stand by. Os modelos LCD da Philips, por exemplo, consomem menos de 0,15W em modo stand by, enquanto as LCD LED possuem botões que desligam a TV completamente quando não estão em uso (ou seja, consumo zero).

Eu queria uma grandona, mas minha sala é pequena…
O ideal para ver TV é uma distância mediana. Não pode ficar com a cara colada nela, mas assisti-la de uma distância muito grande pode ser prejudicial tanto para a saúde quanto para a qualidade de visualização. Tente encontrar o meio termo e em um ambiente no qual você se sinta confortável. O gráfico abaixo mostra uma sugestão de distância por polegada.

Mas o que efetivamente eu preciso prestar atenção?
Cor – compare a naturalidade das cores entre os aparelhos, se são reais ou artificiais. A dica é reparar no tom de pele das pessoas que aparecem na tela;
Nitidez – a imagem é bem limpa com os detalhes bem aparentes ou está embaçada?
Contraste – verifique os tons as áreas pretas e brancas da imagem. Confie na sua visão;
Brilho – quanto maior o brilho, as imagens ficam mais vivas sem cansar a vista de quem assiste;
Imagem em movimento – teste uma cena de ação e veja se a imagem trepida demais.

E as conexões e cabos, fazem alguma diferença?
Preste bastante atenção neles porque podem interferir diretamente na qualidade da imagem. Veja quais são os principais:
RF Antena – é a mais básica da TV, utilizada para conectar antena e TV a cabo, um cabinho preto simples com um pino no meio;
AV Vídeo Composto – é aquele de três pontas que dividem o áudio (branco e vermelho) e vídeo (amarelo).
S-Vídeo Super Vídeo – proporciona boa qualidade de imagem. Os cabos são divididos em áudio (branco e vermelho) e vídeo (preto com quatro pinos).
CVI Vídeo Componente – permite obter ótima qualidade de imagem. Os cabos são divididos em áudio (branco e vermelho) e vídeo (verde, azul e vermelho).
HDMI High Definition (Multimedia Interface) – hoje é a melhor conexão disponível no mercado. Proporciona imagem e som digitais através de um único cabo.
DVI Digital Visual Interface – Conexão normalmente utilizada para computadores. Essa entrada
é compatível com a entrada HDMI, via adaptador.

Dicas anotadas, é só dar um pulinho na loja, escolher a sua e correr para o abraço!

 

Fonte: Gizmodo

Este conceito da Yanko Design carrega pilhas usando o tradicional ato de pular corda. E sua auto-estima. Comece a pular!

O mecanismo de carregamento seria colocado nas alças, e o carregamento em si seria feito através da corda. Bastariam apenas algumas centenas de pulos, o equivalente a 20 minutos, e a pilha chegaria aos 100%. Se você vai ter a energia para usar o aparelho que precisava ser recarregado depois de pular feito louco por 20 minutos, isso o conceito não deixa claro.

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